A ditadura da câmera lenta.
Julho 30, 2009
A primeira copa do mundo televisionada foi a de 1970, 50 países do mundo foram privilegiados com a novidade. Também foi a primeira copa em que foram admitidas substituições durante as partidas, os times podiam trocar até 2 jogadores.
Foi a primeira Copa do Mundo que teve a bola oficial do torneio, fabricada pela Adidas. Foi a bola Telstar, a famosa bola de pentágonos pretos e hexágonos brancos. Utilizada com sucesso na Eurocopa de 1968, ela foi utilizada por razões simples: seu desenho e suas cores facilitariam sua visualização nos aparelhos de TV em preto-e-branco, maioria na época.
A outra novidade, introduzida na copa de 1970 foi a utilização dos cartões amarelos e vermelhos pelos árbitros, outra forma de facilitar o entendimento do jogo para os novos telespectadores e o andamento das partidas.

A partir daí, vimos as câmeras e as TVs invadirem os campos do mundo todo, popularizando ainda mais o esporte bretão. Hoje vemos o futebol inserido como parte da fatia de programação de qualquer grande TV no mundo, principalmente na América do sul, Ásia e Europa, onde os direitos da Premier League inglesa de 2008/2009 movimentaram 300 milhões de Euros.
Suécia 1 x 1 Israel (copa de 70): O pau comeu solto e o juizão só na conversa…
Na copa do mundo, os direitos pertencem à FIFA, que distribui cotas, ou “fatias” para TVs, Internet, jornais e rádios do mundo todo.

O Artilheiro da Eurocopa de 68, Dragan Dzajic da finalista Iugoslávia, derrotada pela Itália, ele marcou 2 gols (!!!). Num torneio onde a média de gols foi de 1,4.
No Brasil, quem vende os direitos de tv é a CBF, que na atual temporada pela primeira vez abriu uma espécie de “licitação”, autorizando todos os meios de comunicação a entrarem na concorrência.
A TV tomou conta literalmente do futebol, a ponto de querer mudar as regras do jogo. A invenção do famoso “tira-teima” e dos fatídicos comentaristas de arbitragem, a meu ver foi a maior desgraça das transmissões televisivas.
Ex-árbitros que erravam tanto ou mais do q os atuais comentam sem nenhum pudor os erros de seus “companheiros”. Essa é a maior falta do q fazer dentro das coberturas de futebol brasileiras.
Os “comentaristas” analisam lances a fundo, com várias repetições, do conforto dos estúdios televisivos. Parecem querer anular a imprevisibilidade do futebol, torna-lo mais exato, menos humano. Esquecem-se de que o árbitro não tem camera lenta, nem replay, e não tem mais do q 1 ou 2 segundos para decidir o q marcar, baseado apenas no que vê a olho nu.
Os responsáveis pela análise do jogo, em sua maioria avalizam os comentaristas de arbitragem, pois eles foram árbitros (especialmente na globo, onde comentaristas, narradores, reporteres etc, não podem ter opiniões divergentes, coisa de ditadura, cavalo com cabresto). Os programas de esporte semanais viraram metralhadoras giratórias, e as principais vítimas são os árbitros.
Essa cobertura demagógica torna os árbitros culpados por vitórias ou derrotas, expões os juízes ao máximo, através das repetições desenfreadas dos replays em slow motion.
Os árbitros, paranóicos com “o dia seguinte” (com a geladeira/suspensão), tendem a mudar seus critérios de arbitragem para não serem criticados. Acabam por punir jogadas em que sabem que não houve nenhuma falta, porém na “plástica” do lance, ficaria a impressão de uma “falta televisiva”, e para não se complicar, marcam. Isso quando dentro do jogo, quando há um erro, em poucos minutos o trio de arbitragem é avisado (o que é contra as regras da FIFA, mas acontece sempre, principalmente onde a desorganização impera), como é o nosso caso, e a tendência é quase sempre compensar um time ou outro, baseado no que a TV e seus tira-teimas mostram.
Estão tornando o futebol chato, tudo é culpa do juiz, todo jogo tem algo errado. Esquece-se de valorizar quem venceu, os técnicos e jogadores e joga-se tudo nas costas do árbitro. Isso possibilita atitudes babacas, como a do presidente do Interncional, que fez um DVD pra provar supostos “erros de arbitragem” favorecendo o Corinthians.
Não se lembra de cobrar da CBF uma melhor preparação desses juizes.
Ninguém fala em profissionalizar árbitros de futebol, todos se conformam em ter árbitros que durante a semana exercem profissões como Policial, Comerciante, Professor. Estamos tratando nosso futebol como amador com esta atitude.
Profissionalizar é a melhor solução, mas isso não vai acabar com a polêmica nas arbitragens, pois elas existem desde que o futebol é futebol.
Erros de arbitragem existem, sempre existiram e vão continuar existindo em todo lugar onde houver uma partida de futebol, pois esse é um dos fatores que faz desse esporte o mais amado no mundo, o fator humano.
Flamengo x Atlético Mineiro – Libertadores 1981: José Roberto Wright faz uma arbitragem INESQUECÍVEL para os Atleticanos
Fontes:
Wikipedia http://www.goal.com/Abundância.
Julho 28, 2009
Não há dinheiro para custear um campeonato Brasileiro de Futebol feminino… e a nossa seleção e os clubes seguem com unhas e dentes tentando fomentar o crescimento do esporte no país, a nossa seleção, com 2 medalhas olímpicas no peito, vive de jogadoras do exterior (onde há estrutura) e jogadoras de times semi-amadores aqui.
Não há dinheiro para preparar melhor os árbitros brasileiros (pois nem se passa pela cabeça a idéia de profissionaliza-los), e estamos mandando para a copa do mundo o Símon… pela terceira vez seguida.
As séries C e D do campeonato brasileiro sobrevivem sabe-se lá como.
Mas para a locomoção dos queridos dirigentes da CBF, dinheiro não é problema. Conforme publicado pelo site LANCE, a CBF adquiriu em janeiro deste ano um jatinho (isso mesmo, UM JATINHO PARTICULAR) sob o custo de 10 milhões de dólares.

Enquanto nossas meninas não tem um campeonato e mal tem onde mostrar seu futebol dentro do país, dirigentes viajam no conforto de um Cessna Citation CJ4, um dos aviões mais modernos da empresa. Como diria meu tio: é mole ou quer mais?
As perguntas q ficam são:
Quando os clubes brasileiros vão tomar vergonha na cara e se livrar das federações?
Quando os nossos dirigentes vão ter coragem de peitar a CBF e criar nossa liga de futebol, nos moldes da Europa?
Quando teremos dirigentes que se preocupem APENAS com o futebol brasileiro, ao invés de status, fama, cargos e dinheiro?
Gênios no Caixa – George Weah
Julho 28, 2009
Qual o melhor jogador Africano de todos os tempos?
Muitos pensariam no símbolo Roger Milla, lendário jogador da seleção de Camarões, que ficou famoso ao defender com brilho sua seleção em 3 copas do mundo.
Mas estão errados. O maior jogador africano de todos os tempos foi também o único africano a vencer o prêmio de melhor jogador do mundo, dado anualmente pela FIFA. O nome dele é George Weah.
Além desse reconhecimento da FIFA, o liberiano Weah venceu também diversos prêmios em sua carreira, como o de Melhor Jogador Africano de Todos os Tempos, a Bola de Ouro da revista “France Football” em 1995. No mesmo ano, o liberiano venceu também o prêmio de Melhor Jogador da Europa.
Entre os títulos conquistados estão:
* Campeonato Liberiano – Invincible Eleven – 1987
* Campeonato Camaronês – Tonerre Clara Club – 1988
* Copa da França – Mônaco – 1990/1991
* Vice-campeão da Recopa Européia – Mônaco – 1991/1992
* Copa da França – Paris Saint-Germain – 1992/1993
* Campeonato Francês – Paris Saint-Germain – 1993/1994
* Copa da França – Paris Saint-Germain – 1994/1995
* Campeonato Italiano – Milan – 1995/1996 e 1998/1999
* Copa da Inglaterra – Chelsea – 1999/2000
Basta acompanhar este video com alguns dos seus melhores gols para atestar o talento deste grandíssimo jogador de futebol, que hoje trabalha como político em seu país de origem.
Goal Parade: George Weah
Eternizando-se…
Julho 27, 2009

Agora com a camisa do Palmeiras, Obina mostra que flamenguistas estavam certos...
O Choro de Cristian
Julho 22, 2009

Cristian chegou ao corinthians no segundo semestre de 2008, desconhecido da maioria da torcida e imprensa da capital paulista, mas com a confiança de Mano Menezes.
Entrou no time e não saiu mais. Demonstrou raça, vontade, técnica, habilidade e liderança, se tornando um dos principais meias do futebol brasileiro e titular absoluto do time de Mano.
Mas o que fez a torcida corinthiana se apaixonar pelo futebol do volante foi sua entrega, sua vontade de honrar a camisa do Corinthians e acima de tudo, sua consciência e respeito para com o clube.
Isso ficou comprovado na sua última entrevista antes de se transferir para a Turquia.
O choro de Cristian é o choro de respeito, de reconhecimento, de honestidade e daquele “amor à camisa” há tanto desgastado no mundo atual, onde jogadores rasgam contratos como se fosse papel de pão.
A torcida do Corinthians respeitará sempre Cristian pelo respeito, humildade e raça com que vestiu sua camisa.
Quem dera outros jogadores se mirem no exemplo do meio-campo e passem a respeitar mais nossos clubes tão tradicionais.
Muricy é Palmeiras
Julho 22, 2009
A diretoria do Palmeiras trabalhou corretamente, na surdina, sem alarde (ao menos nos últimos dias) e fechou com Muricy.
Uma contratação excelente que dá ainda mais fôlego ao time.
Resta saber como será o relacionamento Palmeiras-Muricy-Traffic.
92 anos de história… a batalha do Derby paulista.
Julho 18, 2009
Eu ia escrever sobre Rivelino, mas encontrei algumas preciosidades e resolvi “trocar” o post.
Era tarde em São Paulo naquele dia 06 de Maio. O mundo andava em guerra, e apenas alguns meses antes, os EUA haviam rompido relações diplomáticas com a Alemanha e a guerra havia virado mundial. Na Rússia, a revolução avançava.
O jogo não poderia ser feito à noite, pois as equipes não podiam comprar lampadas para iluminar o campo, de várzea, pois foi assim que eles começaram, jogando torneios de várzea.
São Paulo era uma cidade fervilhante pela imigração européia, que havia começado no início do século XIX e aumentado muito no início do século XX. A cidade crescia e as colônias aumentavam, os japoneses, alemães, italianos, portuguesese os demais imigrantes se integravam aos costumes dos brasileiros e traziam suas influências, fazendo germinar a semente do que seria São Paulo de hj, cosmopolita, aberta a todas as bandeiras.
O Palestra Itália era o time dos Italianos, fundado em 1914 pelos imigrantes que haviam se empolgado com a visita dos times italianos Torino e Pro Vercelli realizando amistosos na capital paulista.
O outro time, vestia camisas brancas que eram originalmente cremes, mas as lavagens as desbotavam e não havia dinheiro para comprar camisas novas, esse era o time dos brasileiros, dos operários, o time “do povo”, o Corinthians, fundado em 1910.
Não que a situação destes times fosse mto diferente financeiramente. Eram tempos de guerra, o futebol ainda engatinhava no brasil. Não havia campeonatos, nem jogadores profissionais, sabe-se lá como se viravam os clubes para se sustentar.
Mas havia o glamour tb, a São Paulo que crescia e se industrializava cada vez mais, parava para ver os confrontos e as rivalidades se criavam.
Derby ou Clássico é o confronto onde se encontram as duas principais equipes de uma cidade ou região. São só duas, não existem outros Derbys, o dérbi é único, existem outros jogos onde a rivalidade tb é regional, mas não são o Derby.
Traduzindo, esta partida era a maior das partidas, era a guerra, a superação, o ato de comer grama, de sangrar, de suar, de ter cãibras, fazer de tudo para honrar as suas cores.
Sobretudo porque era contra ELES…
De lá pra cá foram 92 anos de rivalidade, 329 partidas.
Não pode-se comparar este jogo com os outros, ele é só um. E sempre será, estejam Corinthians e Palmeiras em que divisão estiverem, em que situação, seja em q esporte for.
Mas há sobretudo o respeito de dois adversários tradicionalíssimos.
História:
Corinthians 112 vitória(s), 442 gol(s).
Palmeiras 119 vitória(s), 483 gol(s)
Empates 98.
Maiores goleadas:
Palestra Italia 8 a 0 Corinthians – Campeonato Paulista – 5 de novembro de 1933
Corinthians 5 a 1 Palmeiras – Campeonato Paulista – 27 de agosto de 1952 e 1 de agosto de 1982
Primeira Partida:
Palestra Itália 3 x 0 Corinthians – Palestra Itália (SP)
Caetano 63′
Caetano 70′
Caetano 84′
Já o primeiro encontro entre Corinthians e Palmeiras (com o novo nome), ocorreu em 1 de julho de 1943, com vitoria corinthiana por 3 a 1.
Corinthians 3–1 Palmeiras – Pacaembu São Paulo (SP)
Hércules 25′
Hércules 60′
Eduardinho 70′
Peixe 30′
Ultima Partida:
Palmeiras 1 X 1 Corinthians (Campeonato Paulista, 8 de Março de 2009)
Diego Souza 48′
Ronaldo 92′
Partida com maior número de gols:
10 gols – Palmeiras 4 x 6 Corinthians – Estádio do Pacaembu – Campeonato Paulista em 18 de Janeiro de 1953
Artilheiros:
Cláudio – Corinthians: 21 gols
Baltazar – Corinthians: 20 gols
Luizinho – Corinthians: 19 gols
Teleco – Corinthians: 15 gols
Heitor – Palmeiras: 14 gols
Mirandinha – Corinthians: 14 gols
César Lemos – Palmeiras: 13 gols
Marcelinho Carioca – Corinthians: 13 gols
Romeu Pellicciari – Palmeiras: 13 gols
Jogador que mais atuou:
Ademir da Guia – Palmeiras: 57 partidas
Goleiros mais vazados:
Oberdan – Palmeiras: 68 gols em 34 jogos
Ronaldo – Corinthians: 53 gols em 37 jogos
Invencibilidades:
Corinthians – 10 jogos – De 26 de dezembro de 1948 a 24 de março de 1951
Corinthians – 10 jogos – De 06 de julho de 1952 a 21 de julho de 1954
Palmeiras – 08 jogos – De 28 de setembro de 1997 a 17 de março de 1999
Palmeiras – 07 jogos – De 15 de março de 1970 a 11 de abril de 1970
Maiores Públicos:
No Morumbi
Palmeiras 1 X 0 Corinthians, 120.522, 22/12/1974.
Palmeiras 4 X 0 Corinthians, 104.401, 12/06/1993.
Corinthians 1 X 0 Palmeiras, 102.939, 31/08/1977.
Corinthians 0 X 2 Palmeiras, 102.187, 16/04/1989.
Corinthians 1 X 0 Palmeiras, 95.784, 08/12/1983.
Corinthians 1 X 0 Palmeiras, 95.759, 24/08/1986.
Corinthians 3 X 0 Palmeiras, 94.872, 12/11/1978.
Corinthians 0 X 0 Palmeiras, 94.852, 18/02/1979.
Corinthians 1 X 0 Palmeiras, 93.736, 06/06/1993
Palmeiras 3 X 0 Corinthians, 92.982, 27/08/1986.
No Pacaembu
Corinthians 1 X 0 Palmeiras, 65.243, 13/04/1960.
Palmeiras 2 X 0 Corinthians, 63.344, 23/05/1943.
Corinthians 3 X 3 Palmeiras, 62.584, 02/04/1961.
Corinthians 1 X 1 Palmeiras, 62.514, 13/09/1961.
Corinthians 3 X 0 Palmeiras, 61.726, 24/03/1951.
Palmeiras 2 X 1 Corinthians, 60.000, 05/05/1940.
Curiosidades:
Primeiro jogo da história entre os dois clubes no estádio do Morumbi foi em 12/09/1965, pelo Campeonato Paulista: Palmeiras 0 x 0 Corinthians.
O placar de 2 a 1 é o mais comum entre os dois times. Aconteceu 55 vezes das 328 partidas da história. A seguir, aparece o placar de 1 a 0, que ocorreu em 54 oportunidades. Ocorreram apenas 31 empates por 0 a 0.
As goleadas também são marcantes na história dos confrontos. O resultado por três ou mais gols de diferença aconteceu em 43 ocasiões.
Thomaz Mazzoni, jornalista do extinto A Gazeta Esportiva, foi também o criador do apelido “Derby Paulista”. Ele se inspirou na mais importante corrida de cavalos do mundo, o Derby de Empsom. Lá, assim como no jogo entre os Palmeiras e Corinthians, é quase impossível apontar um vencedor.
Outras cidades do Brasil podem até se gabar de terem clássicos maiores que o Derby Paulista. Mas nenhuma viu uma rivalidade decidir tantos campeonatos importantes em “mata-matas”: Desde vários estaduais, até uma vaga na final da Copa Libertadores da América, passando por competições regionais e nacionais.
“O Casamento de Romeu e Julieta” é um belo retrato da rivalidade entre Palmeiras e Corinthians, pois mostra as dificuldades de um corintiano fanático que tenta fingir que é palmeirense apenas para agradar a família de seu grande amor. Para ter uma noção do desafio, veja uma parte do filme:
Provocação pura já fazia parte da história do clássico desde 1918. Neste ano, palmeirenses atiraram contra a vidraça da sede do Corinthians um osso com o seguinte bilhete: “O Palestra é osso duro de roer”. O “Derby” seguinte veio, o Corinthians venceu e a resposta ficou na sala de troféus alvinegra: “O Palestra é um osso duro de roer… mas com ele fizemos uma boa canja”.
Quando o assunto é encerrar jejuns sem títulos, o Palmeiras leva grande vantagem nos clássicos. Em 1974, o alviverde não deixou seus rivais saírem da fila que já durava 21 anos. Na década de 90, a situação era inversa e o Corinthians teve a chance de adiar os jejuns do Palmeiras no Paulista e no Brasileiro. Mas não conseguiu, tendo perdido duas finais históricas.
Em 1955, o Palmeiras abandonou o manto verde e se vestiu de azul para enfrentar o Corinthians. Tudo isto por causa de um misticismo: Boatos davam conta que um corintiano teria feito uma macumba no Parque São Jorge, onde aconteceria o jogo. Então veio a dica sobre a camisa através de uma fonte misteriosa. Mas não teve jeito: o Palmeiras perdeu e nem o misticismo salvou
A lenda de que o Palmeiras tenha sido fundado por ex-membros do Corinthians não é verdadeira, apesar do Corinthians ter sido fundado por operários de várias nacionalidades, inclusive italianos.
Mas uma outra lenda não é mentirosa. O Corinthians emprestou 3 jogadores para o Palestra Itália disputar sua primeira partida em 1914, pois precisava completar o elenco.
Uma guerra contra a Academia:
O Palmeiras era a academia de futebol dos anos 70, comandada pelo mestre Ademir da Guia, que viria a se tornar a primeira equipe bi-campeã brasileira, em 1972-73. Já o Corinthians tinha Rivelino. Resultado: uma virada histórica, bem ao estilo sofrido do time do povo.
A vitória da Superação:
O Corinthians tinha grandes nomes como Marcelinho Carioca, Vampeta, Luizão, Ricardinho. Já o Palmeiras, que já havia sido campeão da Libertadores no ano anterior, tinha uma super equipe, comandada pelo já lendário Luiz Felipe Scolari. Resultado: Palmeiras na final de novo.
Fontes:
NAPOLEÃO, Antonio Carlos – Corinthians x Palmeiras: Uma História de Rivalidade – Editora Mauad
UNZELTE, Celso – Almanaque do Corinthians – Editora Abril
15 anos de um renascimento.
Julho 17, 2009
No Dia 17 de julho de 1994, o Brasil acordou…
Pela primeira vez desde que encantou o mundo ao vencer a copa de 1970, a nossa seleção chegava novamente a uma conquista mundial.
Era campeã pela quarta vez, em cima de uma Itália que tinha grandes jogadores como Baggio e Baresi.
Um título que é execrado por representar uma “mutação no futebol brasileiro” que passou a ser uma seleção defensiva, com base na marcação ao invés de dar espetáculo, como afirmam a maioria dos jornalistas esportivos.
Acho isso um desrespeito com um time que foi guerreiro, lutou contra tudo e contra todos, contra essas mesmas críticas, contra 20 anos sem ganhar uma copa (e não 24, pois em 70 fomos campeões).
Parreira e Zagallo foram criticados ao extremo desde as eliminatórias. A classificação do Brasil foi sofrida, dura, só resolvida no último jogo, quando Romário marcou 2 gols no Uruguai, confirmando assim a sua vaga no time que foi aos EUA.
A copa também não foi nada fácil, caímos num grupo considerado fácil, com Suécia, Camarões e Rússia. Mas como nada é fácil em copa do mundo, o Brasil lutou para se classificar em primeiro, e conseguiu, mesmo empatando um jogo com a Suécia.
Nas oitavas de final, a primeira pedreira, o Brasil enfrentaria os Estados Unidos, justamente no dia 4 de Julho: dia da Independência dos EUA. Só quem conhece o povo americano, sabe o q isso significa. Mas mesmo assim o Brasil venceu, com um gol solitário em jogada de Romário e gol de Bebeto.
Nas Quartas de final, a Holanda. Considerada por muitos como o melhor time do mundial, com craques como Bergkamp, Rijkaard, Koeman e Overmars. E o Brasil mostrou toda a sua gana de vencer, aplicando um 3 a 2 com um gol ANTOLÓGICO de Branco de falta.
Nas Semis, o 1 a 0 sofrido contra a Suécia (de novo).
E a Final, um 0 a 0 com MUITO, mas MUITO lucro para a Itália, pois o Brasil mereceu fazer no mínimo 2 ou 3 gols (quem não se lembra de Viola incendiando o jogo na prorrogação, mandando bola na trave?) . E nos pênaltis, a consagração canarinho.
Foi uma conquista dura e a seleção mostrou que teve peito, habilidade e muita raça para vencer.
“O Brasil não respeita seus ídolos”. É uma frase que muito se diz, mas o desrespeito começa por aqueles que são formadores de opinião. As críticas ao time de 1994 persistem. Acusam-no de pragmático, defensivo, sem habilidade, sem criatividade. Esquecem-se de quanto foi duro para jogadores como Mauro Silva, Jorginho, Branco, Taffarel, Dunga, Márcio Santos e Aldair (a zaga que era considerada reserva de Ricardo Gomes e Ricardo Rocha, que se machucaram) trazerem aquela taça, com esse time que era tão desacreditado.
Esse desrespeito com HERÓIS NACIONAIS é tipico de quem não entende o que é ser campeão. Exigem que se jogue o futebol de 1970, de 1958, exigem canetas, dribles, gols de placa. Querem Garrincha, querem Pelé… não percebem que isso acabou… que jogadores como esses e o futebol dessas copas não será visto nunca mais.
O FUTEBOL MUDOU, mas infelizmente esses comentaristas não entendem isso.
Quartas de Final: Holanda 2 x 3 Brasil - Com certeza o jogo mais difícil.
A Final: Brasil 0 x 0 Itália (3 a 2 nos penaltis)
Em homenagem aos heróis de 1994, campeões contra tudo e contra todos, vai este sincero agradecimento de um brasileiro apaixonado por futebol.
Parabéns por colocar mais uma estrela na nossa camisa amarelinha, tantas vezes campeã!
Galo Paraguaio?
Julho 16, 2009

Avaí 2×2 Atlético-MG
Atlético-MG 2×1 Grêmio (time reserva)
Sport 2×3 Atlético-MG
Atlético-MG 0×0 Santo André
Atlético-PR 0×4 Atlético-MG
Atlético-MG 3×0 Náutico
Santos 2×3 Atlético-MG
Barueri 4×2 Atlético-MG
Atlético-MG 1×1 Botafogo
Cruzeiro (time reserva) 0×3 Atlético-MG
Esta é a campanha do Atlético Mineiro, que até ontem era o líder do campeonato Brasileiro. O Atlético não enfrentou nenhum dos grandes favoritos ao título brasileiro com sua força máxima ainda (Grêmio e Cruzeiro jogaram com equipes reservas ou mistas).
Hoje contra os atuais tricampeões brasileiros do São Paulo talvez o Galo comece a mostrar que não está nessa briga para ser coadjuvante.
Cruzeiro foi mais uma “vítima” do “já ganhou” brasileiro.
Julho 16, 2009
Agora são 6.
As seis últimas finais de Libertadores entre clubes brasileiros contra estrangeiros foram perdidas. Isso se deve muito à síndrome do “já ganhou”, bem presente no imaginário popular do futebol brasileiro e alimentada por GRANDE parte de comentaristas de futebol que de futebol nada entendem, infelizmente.
Ontem não vi o jogo entre Cruzeiro e Estudiantes, mas acompanhei o pré-jogo e alguns programas esportivos que tinham, naturalmente, o foco no jogo decisivo da Libertadores 2009. A grande maioria destes programas dava como certa a conquista cruzeirense, muitos comentaristas inclusive afirmaram que o Cruzeiro já era campeão, desrespeitando a tradição do Estudiantes e do futebol argentino.
Mas o pior de tudo é que estes comentaristas SEQUER pararam para olhar a campanha do Estudiantes, e entender que o time não estava ali, na final por acaso. Muitos deles hj darão suas desculpas, mas não há desculpa para profissionais que são pagos para ANALISAR e não para fazer média com torcidas.
Na minha opinião, 80% dos comentaristas de futebol da TV (tanto aberta como paga) fazem mais média com os torcedores do que analisam de verdade o que acontece dentro e fora dos campos. Isso ocorre porque muitos deles sequer já chutaram uma bola, não gostam realmente de futebol, são jornalistas e não estão preocupados em acompanhar o q acontece fora de seu mundinho (os jogos que sua TV transmite).
A babação de ovo do Sportv por exemplo chega a níveis enojantes. Entrevista com Zezé Perrela, vídeos com os outros titulos do Cruzeiro, entrevistas com jogadores campeões do passado, repórteres na porta do hotel do Estudiantes ouvindo torcedores, o chefe de cozinha, torcedores do Cruzeiro, Atlético Mineiro, etc. E os comentaristas por pouco não estenderam a faixa da Máfia Azul em pleno redação SporTV e Arena SporTV.
A ANÁLISE TÁTICA DE CADA TIME? A RETROSPECTIVA COMENTADA DE CADA CAMPANHA? A ANÁLISE DETALHADA DO PRIMEIRO JOGO?
Nada disso foi mostrado….
Só se falava em Kléber, Ramires, Fábio, Adilson Batista. Verón era um participante da festa somente, e Boselli (artilheiro da libertadores) nem era comentado.

Verón, o jogador que só veio participar do Tri cruzeirense, tomou gosto e levou a taça pra casa.
A preocupação do Sportv era fazer festa para o “futuro tricampeão da Libertadores”.
Parecia que só o Cruzeiro tinha tradição, história, títulos e o Estudiantes de La Plata era um timeco que tinha somente a sorte de participar da festa cruzeirense.
A crítica ao Sportv é a crítica ao dono dos direitos (a Globo) que segue exatamente esta linha boçal de torcida ao invés de análise. É assim com times brasileiros, e também com a nossa seleção.
Quem não se lembra de 1998? O Brasil perdendo a final da copa para a França, que tinha um grande time, preparado e concentrado e que jogava em casa. A nossa seleção também tinha um grande time, mas o “trauma da derrota” foi tão explicitado nas coberturas jornalísticas que o óbvio foi esquecido: a França mereceu ser campeã e um gênio do futebol atual foi coroado e reconhecido, Zinedine Zidane.
Infelizmente essa linha de “análise” esportiva que é a mais massificada acaba fazendo com que o torcedor, sobretudo aquele com menos recursos para se informar acabe entrando nessa linha. Muita gente até hj considera que o título de 1998 foi vendido pela seleção para a França, o que além de ser uma tremenda besteira, é de uma injustiça tremenda, coisa de quem não sabe perder.
Em 2006, coisa parecida ocorreu, a Globo e seu filho Sportv participaram de todo o carnaval da preparação brasileiraem Weggis,viram tudo o que estava acontecendo e nada falaram. Mas após a derrota para a França (de novo) jogaram toda a culpa na abaixada de Roberto Carlos para arrumar a meia. Ridículo, não?
Em tempo, parabéns novamente à ESPN, lá vi comentaristas COMENTANDO e ninguém fazendo festa. Todos é claro querendo ver o Cruzeiro campeão, mas ninguém dava como certo o título, pois a todo momento a campanha, a tradição e a força do time do Estudiantes era comentada.
A falta de visão de um Artilheiro
Julho 15, 2009
Keirrison saiu do Palmeiras pela porta dos fundos, não se despediu de jogadores, nem de dirigentes, nem dos funcionários do Clube. Aparentemente ele está felicíssimo com a sua contratação pelo Barcelona.
Isso justifica a falta de visão de fechar as portas de um dos clubes mais tradicionais do Brasil??
No site oficial de Keirrisson algumas palavras demonstrando: “um carinho enorme por todos os torcedores palmeirenses e também por todos os meus companheiros, que com toda a certeza irão buscar uma vitória neste domingo.
Aqui em São Paulo todos viram como foi o comportamento dele. E clubes que respeitam sua própria tradição não podem nunca ficar à mercê de nenhum jogador.
Hj em dia, está virando praxe jogador de time grande no Brasil que beija a camisa e depois ao cheiro do dólar corre embora pela porta dos fundos. Haja vista Thiago Neves, que fez de tudo para sair do clube alemão onde jogava. Aceitou ATÉ jogar nas arábias, mas com uma condição… passar alguns meses no Fluminense.
Quanto mais os grandes clubes do Brasil impedirem isso, menos jogadores saindo desta maneira teríamos. O problema é muitos clubes não tem projeto e não respeitam planejamento não tem paciência, querem resultados pra ontem. Quem mais se aproveita disso são os empresários, que “plantam” jogadores à espera das colheitas endinheiradas da Europa.
Infelizmente, nossos clubes continuarão sendo vítimas destes jogadores que usam Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Santos, Botafogo, Vasco, Fluminense e outros como meras vitrines, à espera de coisa melhor. É uma pena para o nosso futebol que seja assim.
Exemplos como esse, a meu ver não desrespeitam só os clubes, como o Palmeiras, desrespeitam o futebol brasileiro.
É OBRIGAÇÃO dos dirigentes dos grandes clubes não contratar jogadores que não se comprometam com o projeto do clube, para que este tipo de atitude não se repita. Pois eu imagino como o torcedor palmeirense deve estar se sentindo vendo um jogador de 20 anos que NÃO É NINGUÉM desrespeitando as tradições e a camisa do Palmeiras, saindo do clube como se sai de um time de várzea.
Jogadores como Keirrisons, Thiagos Neves, Zés Robertos, Rogers, não estão preocupados com o torcedor, com o projeto do clube, esses daí pensam somente em si mesmos. E são muito poucos jogadores com essa visão que vingam de verdade e se tornam referência. Keirrison deveria aprender que para ser ídolo é preciso primeiro respeitar as tradições e a história do lugar que o acolhe, e sair sem fechar as portas atrás de si.
E o Palmeiras também com certeza tirou a lição disso. Mandou Kléber (finalista da Libertadores) embora, trouxe Keirrison que virou as costas e foi embora sem a MENOR cerimônia… e ficou com Obina.
E eu espero sinceramente, parafraseando o presidente palmeirense Luiz Gonzaga Belluzo, que jogador como esse nunca vista a camisa do meu time.
Boa sorte Keirrison, seja feliz na Europa.
Quebrou o Salto.
Julho 14, 2009
Nenhum time de futebol é invencível ou imbatível, e o Corinthians parecia pensar que era um time desses que não existe ontem no Olímpico contra o Grêmio.
Ao menos no primeiro tempo, o time de Mano Menezes estava perdido, acuado, desconcentrado.
No segundo tempo o time se acertou, mas o balaio já estava cheio.
Considero esta uma daquelas derrotas cruciais numa campanha, pois quebrou o encanto… e o salto.
Veremos se com o andar do campeonato o Corinthians vai assimilar a lição de que não é um time de craques, mas sim um belo conjunto de jogadores talentosos, que se não se empenharem 100% não serão campeões de novo.
Quem aceita o abacaxi no Fluminense?
Julho 13, 2009

Quem aceita descascar?
O Fluminense vive seus primeiros dias na zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Torcida revoltada, conselheiros exaltados, jogadores nervosos… esse é o Fluminense 2009.
Desde o Campeonato Carioca, tenta-se vender a imagem de que o Fluminense tem um dos melhores elencos do Brasil, o que não é nem nunca foi a verdade.
O clube aposta numa parceria (ou seria co-gestão) das mais nebulosas do futebol brasileiro nos últimos anos. A parceira (ou patrocinadora?) manda e desmanda, influi nas decisões do depto de futebol do clube, entra em atritos com dirigentes, conselheiros e jogadores. Isso só pra se ater aos fatos mais claros.
O Fluminense que se orgulha da estrutura possuída em Xerém para revelar garotos na base, percebeu APENAS em 2009 que não tem um local adequado para que seus profissionais se preparem para os jogos, para que treinem, para que se recuperem, etc. Indício claro de falta de planejamento que somente o torcedor consciente do clube percebe.
Fred já não é mais aquele jogador que despontou no Cruzeiro há um bom tempo (Lembremos que ele só voltou ao Brasil porque não tinha propostas de fora, e isso revela muita coisa). Thiago Neves nunca foi esse jogador todo que a imprensa (sobretudo a Carioca) achava q era. A mim, se parece muito mais com Roger (ex-Corinthians, ex-Grêmio, ex-Flamengo, ex-Fluminense) do que com um grande meia.
Contratou-se Parreira, um homem com currículo incontestável, mas que não conseguiu conviver nem trabalhar com um elenco fraco e com as eternas promessas da diretoria tricolor de montar um dos melhores times do Brasil.
Um olhar atento às entrevistas de Parreira revela que ele sempre disse que o elenco precisava de reforços, de qualidade. Mas ao ser demitido na manhã de hj, a única coisa que a diretoria provou é que não deu ouvidos às queixas de um treinador do gabarito de Parreira.
Pois Muricy não aceitará de maneira nenhuma treinar o Fluminense. Pelo caráter e profissionalismo do treinador, ele não aceitaria trabalhar num clube onde todos mandam, e ninguém manda.
Resta esperar se Luxemburgo por exemplo aceitaria este desafio de descascar este enorme abacaxi. Mas nem ele, nem Jesus Cristo salvarão o Fluminense dos vexames se não houver seriedade, comprometimento, profissionalismo, honestidade e planejamento.

O time Campeão Brasileiro da Terceira Divisão de 1999. Em pé da esquerda para a direita: Diogo, Marcão, Alexandre Lopes, Flávio, Emerson, Válber, Paulo César, Mano e Gabriel. Agachados: Jorge Luís, Júlio Cesar, Roberto Brum, Roger, Yan, Róbson, Marcos Brito, Arinélson e Magno Alves. Roni estava machucado e não participou do último jogo.
Lembremos também que numa das maiores vergonhas da história do futebol brasileiro, o time do Fluminense de 1999. campeão da Série C não disputou a Série B de 2000, pois foi alçado diretamente para a Série A no ano seguinte.
Isso só mostra que 10 anos depois, a falta de comando, planejamento e profissionalismo de quem dirige o Fluminense aparentemente não mudou.
A torcida do Fluminense não parece muito preocupada com os destinos do clube, pois prefere invadir treinos e atacar jogadores que são os menos culpados pela atual situação. Mas não vejo pressão organizada para mudar esse esquema indefinido de parceria/patrocínio, num clube onde ao que parece o patrocinador manda mais do q o presidente.
A Série B espera o Fluminense desde 2000, quem sabe não será em 2010 que esta dívida será paga.
Valerá a pena a espera?
Julho 8, 2009

Michael Jackson morreu, foi velado e enterrado, e o Palmeiras continua esperando por Muricy.
Dica pro Adriano..
Julho 4, 2009

Para ouvir em momentos pós dogão da matina. PS.: Millie Jackson, disco Back to the Shit. Ela NÃO era parente do Michael Jackson... Ao menos não que eu saiba.
Pensamentos de trincheira…
Julho 4, 2009

A Preleção do Campeão.
Julho 2, 2009
Parabéns ao Corinthians 3 vezes campeão da Copa do Brasil e agora o maior vencedor de torneios nacionais com 7 títulos (4 Brasileiros e 3 Copas do Brasil).
Novela do Tri
Julho 2, 2009

E agora Carvalho??

Após o choro do Carvalho, durante o jogo, teve tb vexame de quem não sabe perder....

... mas no final...

a quinta feira do Colorado vai ser murcha... pelo menos a desculpa já arrumou.

Infelizmente, a torcida q não sabe perder deu mais uma mostra vergonhosa. Marcelinho sangra após levar uma PEDRADA durante a comemoração.
Perigo Suíno
Julho 1, 2009

Muricy aparentemente espera receber o que o São Paulo lhe deve antes de aceitar o convite do Palmeiras.... mas será por isso q o São Paulo, que antes não admitia a dívida, ainda não pagou?